33ª Bienal privilegia questões sobre romance e natureza afetiva

Postado por Mariana Manetta em 10/set/2018


A edição desse ano traz doze projetos individuais e sete mostras coletivas organizadas por
artistas-curadores convidados.

Começou na última sexta, 7 de setembro, a 33ª Bienal de São Paulo ​com o tema “Afinidades Afetivas”. O tema foi inspirado no romance “Afinidades Eletivas” (1809), do escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe, e na tese “Da natureza afetiva da forma na obra de arte” (1949), do pernambucano Mário Pedrosa.

Para esta edição o curador-geral Pérez-Barreiro,  convidou sete artistas-curadores – Alejandro Cesarco, Antonio Ballester Moreno, Claudia Fontes, Mamma Andersson, Sofia Borges, Waltercio Caldas e Wura-Natasha Ogunji –  para criar mostras coletivas com obras com as quais eles se identificam.

O evento tem entrada grátis e acontece de 7 de setembro a 9 de dezembro, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, com visitação às terças, quartas, sextas e domingos, das 9h às 19h, e às quintas e sábados, das 9h às 22h.

Exposição de Sofia Borges

Crédito: © Leo Eloy / Estúdio Garagem / Fundação Bienal de São Paulo.Exposição de Sofia Borges na 33a Bienal de São Paulo.

Exposição de Sofia Borges. 33a Bienal de São Paulo

Crédito: © Leo Eloy / Estúdio Garagem / Fundação Bienal de São Paulo.Exposição de Sofia Borges. 33a Bienal de São Paulo.

Exposição de Claudia Fontes.

Crédito: © Pedro Ivo Trasferetti / Fundação Bienal de São PauloExposição de Claudia Fontes. Visitação de trabalhadores da exposição e seus familiares durante o brunch dos funcionários.

Obra de Claudia Fontes.

Crédito: © Pedro Ivo Trasferetti / Fundação Bienal de São PauloObra de Claudia Fontes. Montagem da 33a Bienal de São Paulo.

A programação ainda tem encontros, palestras, performances e ativações de obra que ocorrem nos vários espaços da 33ª Bienal de São Paulo. Confira aqui essas atrações.

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